Um percurso de Charlotte Brontë e suas traduções no Brasil

A Denise Bottman, tradutora de mão cheia e editora do Não gosto de plágio, fez um post essencial no qual elenca todas as traduções de Charlotte Brontë no Brasil – desde as obras mais traduzidas como “Jane Eyre” e “O Professor”, até àquelas perdidas no tempo, como “Shirley”.

Leitura obrigatória para todos os ávidos leitores brontëanos.

A postagem na íntegra pode ser conferida aqui.

Linda coleção brontëana da Juniper Books

Passeando pelo Tumblr, vejo essa coleção linda e super delicada que a Juniper Books preparou com todas as obras das irmãs Brontë. As edições dos livros são da Folio Society, customizadas com um design floral em lilás.

Quer presente mais lindo?

Essa caixinha fofa sai por “apenas” 300 dólares! Quem se habilita? :P

Charlotte Brontë na Academia (2)

Artigo publicado pela Revista de Letras, ligada a Universidade Católica de Brasília.

Villette de Charlotte Brontë: uma tentativa em direção à visibilidade – Carla Alexandra Ferreira

Resumo:

“Neste artigo pretendo mostrar como o romance Villette reproduz e, ao mesmo tempo, tenta construir um novo conjunto de ideias no que diz respeito à posição da mulher na sociedade. Assim, procuro demonstrar que a categoria de gênero é um constructo histórico e cultural, e não uma condição natural.”

Esse artigo encontra-se disponível online no site da publicação através deste link.

Boa leitura!

Charlotte Brontë na Academia (1)

Encontrei em meus arquivos esta tese de doutorado que minha querida amiga Joyce havia me enviado há tempos.

A estética da dissonância nas obras de Charlotte Brontë – Patricia Carvalho Rocha

Resumo:

“Charlotte Brontë (1816-1855), figura importante no questionamento da ideologia do feminino na sociedade vitoriana, evidencia em suas obras não apenas uma preocupação com a arbitrariedade atrelada ao conceito de gênero no século XIX, mas também uma reflexão sobre esse conceito por meio de personagens construídas em dissonância com a ideologia do período. Em The Professor, Jane Eyre, Shirley e Villette apresentam  personagens à margem dos ideais de gênero comuns no século XIX e que questionam explicitamente o paralelismo vigente na época entre sexo e gênero, assim como a crença em uma suposta essência do feminino capaz de justificar uma postura submissa da mulher perante o homem. Objetivando uma leitura contemporânea das discussões apresentadas por Brontë em seus romances, valho-me de teorias de gênero de cunho social e performático, mais especificamente da vertente proposta por Judith Butler, nas quais se vislumbra um novo paradigma capaz de abarcar a fragmentação, o pluralismo e a multiplicidade de possibilidades performáticas nas questões de gênero, conforme apresentado pela autora.”

Essa tese está disponível online na Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFMG através deste link.

Compartilho-a, agora, com vocês. Boa leitura!

ROCHA, Patricia Carvalho. A estética da dissonância nas obras de Charlotte Brontë. 2008. 236f. Tese (Doutorado em Estudos Literários), Universidade Federal de Minas Gerais, Faculdade de Letras, Belo Horizonte, 2008.