Vi o link dos produtos no Facebook e, ao passear pelo Etsy – site com milhares de coisas handmade lindas e exclusivas – apaixonei-me por estes braceletes maravilhosos que trazem trechos de “O Morro dos Ventos Uivantes” e “Jane Eyre”.
A vendedora – JezebelCharms - possui uma enorme linha de produtos inspirados em obras da literatura, de autores como Jane Austen, Edgar Allan Poe e outros.
… no dia 21 de abril, nascia Charlotte, a mais velha das irmãs Brontë.
Com um senso moral irrepreensível e pontual sensibilidade, Charlotte nos deixou um legado pequeno em extensão, mas grande em profundidade, que tocou – e tem tocado – milhares de pessoas no decorrer de gerações.
Saiu essa semana na imprensa internacional que nossa mais recente Jane Eyre – Mia Wasikowska – voltará ao cinema em mais uma adaptação de um grande clássico: Madame Bovary, de Gustave Flaubert.
Madame Bovary é um de meus livros favoritos e, acredito, carece de uma boa adaptação para o cinema. Incrivelmente, não consigo gostar de nenhuma das que assisti até hoje, tanto para o cinema quanto para a televisão. A da BBC, protagonizada por Frances O’Connor conta com um elenco espetacular e, ainda assim, tem minhas ressalvas.
Emma é bem diferente de nossa querida Jane, mas, tenho certeza de que Mia fará um excelente trabalho. O filme também contará com a presença do sempre competente Paul Giamatti e será dirigido por Sophie Barthes.
Foi descoberto recentemente em um museu de Bruxelas – e divulgado pelo London Review of Books - um conto inédito de Charlottë Bronte, intitulado “L’Ingratitude” (A ingratidão). O trabalho data de 1842, quando Charlotte tinha, então, 26 anos.
O mais curioso de tudo é que o conto nada mais é do que um dever de casa de francês (daí os erros de gramática e ortografia) entregue à seu antigo professor, Constantin Heger – que era casado – pelo qual, dizem as más línguas, ela foi apaixonada! Inclusive, ela chegou a se corresponder com ele, mas, as cartas nunca foram encontradas… e, tampouco, seu “amor” foi retribuído.
Alguém consegue imaginar nossa querida Miss Brontë como uma potencial destruidora de lares?
O conto pode ser lido na íntegra, em francês ou inglês, aqui.
Com a contagem regressiva para a grande noite do Oscar, a EW tem feito a cobertura dos indicados em várias categorias, publicando matérias muito interessantes sobre os bastidores dos melhores filmes do ano. Nesta semana, Michael O’Connor – indicado por seu trabalho em “Jane Eyre” – foi entrevistado pela publicação revelando detalhes do processo de criação do figurino. Ele fala sobre o “mito” que subjaz o imaginário das pessoas de que vestir os homens em histórias de época é fácil, e explica detalhes sobre o tão comentado “camisolão” que Michael Fassbender veste na famosa cena do incêndio.
Michael também comenta sobre os vestidos de Jane, e em como a necessidade de que Mia vestisse o figurino completo – com corset e diversas camadas de tecido – o tempo todo, a ajudou a “entrar no personagem”, já que as roupas influenciavam sua postura e seu modo de atuar.
Abaixo, podemos ver um dos sketches feitos para a personagem:
A Denise Bottman, tradutora de mão cheia e editora do Não gosto de plágio, fez um post essencial no qual elenca todas as traduções de Charlotte Brontë no Brasil – desde as obras mais traduzidas como “Jane Eyre” e “O Professor”, até àquelas perdidas no tempo, como “Shirley”.
Leitura obrigatória para todos os ávidos leitores brontëanos.
Demorou – e muito – mas, finalmente, teremos a mais recente versão de Jane Eyre em terras tupiniquins. Começou a pré-venda da versão rental (de locadora) em DVD e Blu-Ray do filme, que sairá pela Universal Home Video. A data de lançamento está marcada para 14 de março e, por enquanto, ainda não há previsão de venda da versão nas lojas.
Eu até que gostei da capa brasileira e espero ansiosa pelas vendas do filme para o consumidor, afinal, para pagar R$109,90, só sendo dono de locadora mesmo né?
Início de ano é sempre assim: faz-se um apanhado daquilo que se teve de melhor no cinema, televisão, música, etc, e começam as listas de indicados às grandes premiações.
“Jane Eyre”, apesar de citado exaustivamente como um dos destaques de 2011, acabou não sendo figurinha carimbada em grandes premiações em categorias como filme, ator/atriz e direção. Confesso que, como 2011 foi um ano excepcionalmente fraco para o cinema – quando comparado a outros em que tivemos muitos filmes ótimos – fiquei um pouco decepcionada, mas, é sempre bom ver que, pelo menos, na categoria de “Melhor Figurino” o filme marcou presença no BAFTA e no Oscar.
Ao que tudo indica, não foi apenas eu que senti falta de uma nomeação para Mia Wasikowska. A grande Meryl Streep, ao receber o Globo de Ouro de melhor atriz por “A Dama de Ferro”, citou em seu discurso as atuações marcantes do ano, e nossa querida Jane foi lembrada por ela como “fantástica”.
Já Michael Fassbender, foi indicado em várias premiações, mas por seu papel em “Shame” – sendo ignorado pelo Oscar – mas foi outro também lembrado pelo vencedor do Globo de Ouro de melhor ator, George Clooney, em seu discurso. Se bem que, na brincadeira, Michael foi lembrado mais por seus “dotes físicos” … veja abaixo e dê boas risadas!
Michael, você foi ignorado pelo Oscar, mas neste humilde bloguinho terás sempre um lugar especial. Abaixo, posto as fotos das capas e recheio das revistas GQ britânica e da Interview, ambas de fevereiro.
Claro que não poderia deixar de fora nossa querida Jane. Mia é destaque na capa de março da Vanity Fair – The Hollywood Issue – que anualmente mostra quem são as promessas da nova safra de atrizes da temporada.
Passeando pelo Tumblr, vejo essa coleção linda e super delicada que a Juniper Books preparou com todas as obras das irmãs Brontë. As edições dos livros são da Folio Society, customizadas com um design floral em lilás.
Quer presente mais lindo?
Essa caixinha fofa sai por “apenas” 300 dólares! Quem se habilita?